S-equol

S-equol é um modulador seletivo de receptores estrogênicos para controle da sintomatologia da menopausa.

Opção terapêutica diferenciada para tratar e controlar a sintomatologia da menopausa

O S-equol é uma molécula desenvolvida a partir das isoflavonas. Porém, sua atuação é superior às isoflavonas e a todos os seus derivados por não possuir interferentes na absorção. É uma excelente alternativa suplementar para tratamento dos sintomas da menopausa.

(SETCHELL et al., 2002; RAFFI, 2015)

A menopausa é uma condição clínica que afeta a vida da mulher em diversos sentidos. É marcada pela última menstruação e geralmente se apresenta por volta de 45 a 55 anos, apontando o fim do período fértil da mulher. A sintomatologia é marcada com presença de climatério, perda óssea, ressecamento vulvar ou vaginal, dispareunia, alterações no humor, cefaleia e insônia.

Além disso, é caracterizada pela reduzida capacidade de produzir estrogênio, o que desencadeia outros sintomas incômodos e desagradáveis da menopausa, como os fogachos (ondas de calor). Seu tratamento visa evitar ou reduzir a presença desses sintomas nas pacientes, melhorando sua qualidade de vida e promovendo alivio do climatério.

As isoflavonas são comumente utilizadas na terapêutica para alivio dos sintomas da menopausa, devido ao seu potencial e ação semelhante ao estrogênio. Contudo, a atuação das isoflavonas pode não ser exercida no organismo devido a necessidade de fatores específicos para a sua atuação no organismo.

Controle da Sintomatologia da Menopausa

O equol é um derivado de isoflavona, especificamente da molécula da daidzeina. Sua atividade antiestrogênica é devido a sua semelhança estrutural com os receptores de estrogênio, que o permite se ligar a esse receptor e exercer efeitos hormonais como estrogéno ou antiestrogéno. O S-equol é uma substância sintética que pode trazer benefícios em indivíduos produtores e não produtores de equol.

Os efeitos do S-equol sobre os sintomas da menopausa estão em se ligar aos receptores de estrogênio com alta afinidade, principalmente os receptores beta, dessa forma promovem benefícios como:

  • Alivio dos fogachos;
  • Prevenção de osteoporose;
  • Melhora na rigidez muscular;
  • Maior ação antioxidante que todas as isoflavonas, assim, promove ajuda no equilíbrio hormonal do organismo feminino e alivia os danos da perda hormonal.
(Takeshi, 2010; Salinas & López-Sobaler, 2017)

Potencial das isoflavonas

A propriedade estrogênica e antiandrogênica dos fitoestrogênios é dependente da concentração destes. Também  depende dos esteroides sexuais endógenos e do receptor específico – envolvido na interação com os receptores de estrogênios (RE). Dessa forma, possuem influência sobre pele, ossos, sistema imunológico e cardíaco.

(Clapauch et al., 2002; Yano, 2006; Tapieiro et al., 2002)

Existem dois tipos de receptores de estrogênio, α e β. Os receptores α são encontrados na mama e útero, e os receptores β estão presente em ossos, no sistema cardiovascular e cerebral. O estradiol possui afinidade por ambos os receptores, enquanto isoflavonas tem maior afinidade pelos RE-β. Seu transporte no organismo está ligado a proteínas plasmáticas, tendo as isoflavonas maior afinidade por elas.

(Clapauch et al., 2002; Salinas & López-Sobaler, 2017; Yano, 2006)

Para a metabolização, conjugação das isoflavonas e absorção pelo trato gastrointestinal, é imprescindível a presença de microflora com cepas específicas. A alteração do equilíbrio bacteriano pode comprometer os resultados da metabolização e absorção devido a fatores genéticos, elevada fermentação devido ao uso de grandes quantidades de carboidrato, parasitoses e uso de antibióticos.

(Yano, 2006; Clapauch et al., 2002)

Elas tem sido relacionadas beneficamente para alívio dos sintomas do climatério peri e pós menopausa, podendo ainda proteger da descalcificação óssea e ação antioxidante sobre o sistema cardíaco, podendo ainda ser útil na prevenção e do envelhecimento da pele, doenças neurodegenerativas, imunológicas e metabólicas.

(Gerhauser, 2018; Salinas & López-Sobaler, 2017; Brown et al., 2014)

O uso desses fitoestrógenos gera grande repercussão sobre o impacto destes no organismo, seja pela exposição por meio da alimentação, quer seja pela vida uterina ainda. A exposição pode ocorrer através de produtos industriais, pecuários e agrícolas, alguns efeitos adversos podem ser observados em mulheres jovens e na pós-menopausa por efeitos estrogênicos e antiestrogênicos.

(Kawada et al., 2016)

Há indícios de que não seja tão benéfico e que potenciais riscos podem estar presente, assim como, deformação congênita das vias urinárias em meninos cujas mães seguiram uma dieta vegetariana rica em fitoestrógeno durante a gravidez, podendo ainda conferir inibição em indivíduos suscetíveis ao câncer de mama. Estudos vem apresentando resultados de que os fitoestrógenos poderiam acelerar a puberdade e o desenvolvimento de mamas nas meninas antes dos 7 ou 8 anos e desencadear o desenvolvimento de tecido mamário palpável nos meninos. Podendo haver riscos para doença da tireoide em consumidores de altas quantidades de soja e usuários de suplementos de isoflavona, especialmente maior esse risco em crianças alimentadas exclusivamente com fórmulas a base de soja.

(Clapauch et al., 2002; Yano, 2006)

Modulador Seletivo de Receptores Estrogênicos

Nos seres humanos que vivem em países ocidentais cerca de 20-30% conseguem ter produção de equol após ingerir alimentos à base de soja ou isoflavona contendo daidzeína, já na população asiática a taxa de produtores de equol é cerca de 50-60% após ingestão de alimentos à base de isoflavona contendo daidzeína. Estudos apontam benefícios superiores com o uso da isoflavona em produtores de equol em comparação ao não-produtores de equol.

(Setchell et al., 2002; Brown et al., 2014)

Os metabólitos são resultados das atividades das bactérias depois de ingeridas as isoflavonas. O equol é caracterizado por ser um composto bioativo, um metabólito da daidzeína, proveniente da isoflavonas da soja, produzido pela ação da microbiota intestinal diferenças na resposta das isoflavonas podem ser devidas as diferenças específicas da microflora intestinal, na presença ou não destas e ainda se o indivíduo é produtor ou não de equol.

A biotransformação do equol a partir da daidzeína acontece por meio de uma via que envolve a formação da diidrodaidzeína intermediária.  Quando esta é formada sugere-se que o equol seja um metabólito inerte, tendo predominância das reações de fase II, principalmente a glucuronidação e, em menor extensão a sulfatação, sendo que esta conjugação pode ocorrer na absorção de primeira passagem através dos enterócitos, porém ainda é desconhecida a isoenzima que é específica para a conjugação do s-equol.

(Setchell et al., 2002; Raffi, 2015)

S-equol (7-hidroxi-3-[4’-hidroxifenil]-croman), produto do metabolismo da daidzeína, destaca-se pela alta afinidade por receptores estrogênicos (10-80 vezes superior à daidzeína), maior eficiência de absorção no clearance plasmático mais lento do que o de seu precursor. Sua interação com a globulina de ligação aos hormônios sexuais inibe por competitividade a ligação do estradiol e da testosterona, para tal ação   será dependente da dose, inibindo a liberação de estrogênio.

(Setchell et al., 2002)

Vai atuar como um modulador seletivo de receptores estrogênicos e possui propriedades antiandrogênicas, portanto, pode ser útil na prevenção e tratamento de várias condições dependentes de estrogênio e mediadas por andrógeno. A suplementação em indivíduos não produtores e produtores de equol têm sido sugerida como alternativas para o tratamento e prevenção dos sintomas da menopausa e de doenças crônicas.

(Setchell et al., 2002; Lund et al., 2004; Mitchel et al., 1998)

Exitem dois tipos de receptores de estrógeno (ER), β (beta) e α (alfa). O equol se liga com maior afinidade aos receptores β comparado a genisteína e daidzeína da qual é derivado, o que explica seu potente efeito na redução dos efeitos da menopausa, além disso tem uma meia-vida mais longa.

(Setchell et al., 2002; Dayli et al., 2018)

Fujioka e colaboradores (2004) apontaram que o uso de equol tem relevância para a prevenção de sintomas da menopausa, osteoporose e danos no sistema cardiovascular em mulheres e ainda diminuição do risco de câncer de mama. Na pós-menopausa foi verificado que o equol diminuiu os níveis de lipídios e inibiu a oxidação lipídica e com isso reduz o risco de dano ao tecido cardiovascular. Leva ainda a prevenção da osteoporose de forma individual.

Em mulheres na pós-menopausa a perda óssea é preocupante e é fator patogênico, especialistas recomendam prevenção da perda óssea. O uso do derivado de isoflavonas, o equol, demonstrou efeito preventivo na perda óssea em ratos com exibindo resultados na densidade mineral óssea metafisária e diafisária.

(Mathey et al., 2007)

Foi percebido benefício com uso da suplementação de equol na administração por via oral para mulheres não produtoras de equol, com diminuição significativa da incidência e / ou gravidade das ondas de calor em mulheres na peri e pós-menopausa, sendo este um sintoma característico da menopausa, que afeta a qualidade de vida da mulher neste período da vida.

(Dayli et al., 2018)

Estudos apontaram como caracterização para produtor de equol indivíduos que têm concentrações plasmáticas de equol menor que 40 nmol/L (10 ug/L) são chamados de não produtor de equol, nas concentrações acima de 83 nmol/L (20 μg/L) é definido como produtor de equol, essa identificação pode ser feita por meio de dosagens da urina.

Estudos apontaram que é vantajoso quando se é produtor de equol devido ao maior potencial antioxidante. Podendo reduzir o risco de doença cardiovascular por inibição da peroxidação lipídica. Em outro estudo sobre os efeitos da menopausa em mulheres e quando estas eram produtoras de equol considerando as dosagens de equol na urina, notou-se que os sintomas foram menos graves. Indivíduos produtores de equol podem ter maior benefício das isoflavonas para alívio de sintomas podendo também explicar relatos de eficácia do fitoestrógeno no alívio da sintomatologia quando estes são produtores de equol.

(Setchell et al., 2002)

Benefícios

  • Diminuição da sintomatologia da menopausa;
  • Reduzir incidência de doenças dependentes de hormônios;
  • Elevada inibição da peroxidação lipídica e com isso maior redução no risco de doença cardiovascular;
  • Maior capacidade antioxidante que todas as outras isoflavonas;
  • Prevenção da perda óssea.
(Setchell et al., 2002; Shu et al., 2009; Lee et al., 2009; Riffi 2015)

Indicação

  • Tratar doenças dependentes de hormônios;
  • Tratar desordens dos sintomas vasomotores (ondas de calor) em mulheres peri e pos menopausa;
  • Terapia hormonal alternativa;
  • Tratar sintomas da menopausa;
  • Potente ação antioxidante;
  • Uso profilático para proteção do sistema cardiovascular;
  • Prevenção da perda óssea.
(Shu et al., 2009; Jargin, 2014; Takeshi, 2010; Crawford et al., 2013; Jackson et al., 2011; Liu et al., 2016)

Diferenciais do S-equol

  • Sua biodisponibilidade ao paciente não dependerá de fatores genéticos, microbiota intestinal e outros fatores como idade, dieta e tempo de trânsito intestinal;
  • Não terá sua produção afetada pelo uso de antibióticos e outras anormalidades que afetam o trato gastrointestinal.
(Setchell & Clerici, 2010; Setchell et al., 2002; Brown, et al., 2014)

Possíveis efeitos colaterais

  • Pode desencadear reações alérgicas em alguns indivíduos;
  • Alguns pacientes pode apresentar efeito rebote nas ondas de calor e no enrijecimento de ombro e pescoço.
(Shu et al., 2009; Jargin, 2014; Takeshi, 2010)

Estudos

Estudo I

46 mulheres na pós-menopausa com idade de 40 a 60 anos, foram separadas em dois grupos 23 pacientes com sintomas incômodos diários e 23 pacientes sem presença de incomodo ou este era leve, todas as pacientes excretaram genisteína e daidzeína.

Observou-se que a quantidade de equol excretada na urina foi reduzida no grupo de pacientes com sintomas incômodos sendo assim, mulheres que podem metabolizar daidzeína em equol pela própria microbiota intestinal tiveram sintomas mais brandos  quando comparado as não produtoras de equol, 51,6 % das participantes tiveram equol detectado na urina.(TAKESHI, 2010)

Estudo II

166 mulheres na pós-menopausa com relatos de ondas de calor pelo menos uma vez ao dia, grupo placebo (60) e equol (66) 10 mg /d. O suplemento contendo equol (5 mg), daidzeína (1,2 mg) e genisteína (1,4 mg) foi administrado por via oral duas vezes por dia (manhã e noite) por 12 semanas e acompanhado durante 6 semanas,  feita uma triagem e 46 pacientes que apresentaram sintomas com o uso de placebo foram excluídas, restando 126 pacientes para análise deste estudo.

As mulheres que ingeriram 10 mg/d de equol natural por 12 semanas houve reduções na frequência e gravidade das ondas de calor em comparação com as participantes do grupo placebo, notou-se menor rigidez do pescoço ou ombro no grupo equol do que no grupo placebo.

Após 6 semanas foi percebido efeito rebote nas ondas de calor e na rigidez do pescoço ou ombro. Ao analisar resultados os sinais vitais e laboratoriais clínicos não indicaram alterações no período de12 semanas após a ingestão de 10 mg equol /d.

 

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Referências

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    2. Clapauch, R., Meirelles, R. M. R., Julião, M. A. S. G., Loureiro, C. K. C., Giarodoli, P. B., Pinheiro, S. A., Póvoa, L. C. Phytoestrogens: position of the Department of Female Endocrinology of the Brazilian Society of Endocrinology and Metabolism. Arquivos Brasileiros de Endocrinologia & Metabologia, v. 46(6), p. 679–95 2002.
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    4. Jargin, Sergei V. “Soy and phytoestrogens: possible side effects” German medical science: GMS e-journal, v. 12, 2014.
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