Suplementação para reforço do sistema imune

Suplementação para reforço do sistema imune com diferentes moléculas propícia melhora da imunomodulação e pode atuar contra infecções das vias aéreas superiores por patógenos.

Resposta imunomoduladora para reforço do sistema imune

Uma substancia imunomoduladora possui a capacidade de interagir com o sistema imunológico, tendo por finalidade, a regulação positiva ou negativa de moléculas específicas da resposta imune. Todavia a resposta imune possui impacto significativo na resposta do organismo frente a exposição aos diferentes patógenos, bacterianos, virais e fúngicos.

Embora as doenças infecciosas podem surpreendentemente provocar surtos generalizados, o que consequentemente, pode levar a prejuízos e desgaste com a saúde física, emocional e financeira de uma população, em vista disso a suplementação para reforço do sistema imune se torna uma ferramenta útil para auxiliar na terapêutica.

(Kanauch et al., 2018; Abdelhamid et al., 2019)

Infecções virais das vias aéreas superiores

Contudo o uso de medicamentos antivirais para a prevenção e tratamento de doenças infecciosas é dificultado devido a diversidade de espécies virais e seus subtipos, assim como, elevada taxa de mutação do vírus. As cepas de vírus evoluir e produzir uma população viral com considerável diversidade, tornando-se um desafio e consequentemente pode estabelecer um meio eficaz de proteger os seres humanos das infecções virais.

(Kanauch et al., 2018; Abdelhamid et al., 2019)

Assim sendo, as infecções das vias aéreas superiores e inferiores são causadas por muitos vírus. Entre essas infeções estão, a gripe e/ou resfriado que é causado por mais de 200 tipos diferentes de vírus. Eventualmente no período de um ano pode acometer, adultos de duas a quatro vezes e crianças de seis a oito vezes, podendo ainda estar inesperadamente presente em pessoas com imunidade comprometida e idosos.

(Prasad et al., 2000; Kanauch et al., 2018)

De acordo com Kanauch e colaboradores (2018) o vírus influenza, rinovírus e vírus sincicial respiratório integram importantes papéis nas infecções do trato respiratório superior, enquanto o norovírus e o rotavírus também são causas importantes de doenças gastrointestinais, além de outros vírus que também podem acometer o organismo, a utilização de reforço para o sistema imune pode ser obtida através de suplementação por diferentes formas farmacêuticas também.

Alternativa com a suplementação

A suplementação para uma resposta imune eficaz e adequada contra patógenos pode conforme suas características e composição, a suplementação pode ser uma estratégia significativa para a prevenção, mas também, auxiliar no arsenal terapêutico, seu uso é considerado, seguro, acessível e de administração facilitada.

A elevação ou melhora da resposta imune é uma estratégia que pode trazer impactos significativos na redução do quadro de infeções.

(Kanauch et al., 2018)

A utilização de alternativas para o reforço do sistema imune pode se dá através do uso de nutracêuticos, minerais e fitoterápicos como: espirulina, beta-glucana, glucosamina, selênio, zinco, ácido lipóico, resveratrol, vitamina D e probióticos (Bifidobacterium e Lactobacilos) pode levar a melhora da resposta imune, por meio de imunomodulação, desencadeando uma resposta eficaz do organismo frente a infecções.

(Kanauch et al., 2018; Abdelhamid et al., 2019)

Outras vias de evitar a infecção viral

Além da imunização e do uso de suplementação para desenvolvimento de uma resposta imune altamente eficaz, medidas profiláticas de higienização das mãos com água e sabão ou alcool em gel ou líquido, são maneiras adequadas também podem contribuir para reduzir a incidência de episódios de infecção e contaminação de outros indivíduos.

(Kanauch et al., 2018; Abdelhamid et al., 2019)

Em síntese a suplementação pode ser uma alternativa favorável e relevante no reforço para o sistema imune atuar adequadamente, de modo que as diferentes substancias podem estimular a imunomodulação e contribuir dessa forma para a saúde e vitalidade do sistema imune no decorrer do tempo. As diferentes substancias podem ser veiculadas em diversas formas farmacêuticas também, o que possibilita e facilita a adesão de diferentes públicos.

Probióticos, efeito imunomodulador e resistência contra infecções

Probióticos são microrganismos vivos, com capacidade de atuar com efeitos benéficos no organismo humano. Conseguem agir no organismo por meio de sua atividade imunomoduladora. Não apenas atuam sobre bactérias patogênicas, mas também sobre microrganismos que atuam nas infecções virais.

Todavia podem estimular a resposta imune (ácido lipoteicóico, peptidoglicano e ácido nucleico), são ligantes de receptores do tipo Toll (TLR) e dipeptídeo muramil, além disso ainda consegue elevar a resposta das células Natural Killer (NK), resultando na prevenção da infeção viral, por meio do controle da expressão gênica viral via receptor Toll-like. Outro mecanismo seria a elevação da expressão gênica e elevar a resposta antiviral, mRNA induzidos pelo interferon- alfa (IFN-α).

(Eguchi et al., 2019; Al Kassaa, 2016; Kanauch et al., 2018; Abdelhamid et al., 2019)

Figura 1-Possível mecanismo para efeito antiviral de L. lactis via ativação de células dendríticas e PDCs

probioticos na imunidade

Fonte: Kanauchi et al., 2018

Imunomodulação da resposta imune por probióticos

Principalmente o interferon-alfa (IFN-α) possui papel diferenciado na resposta imune antiviral, pois este consegue induzir a atividade citotóxica das células NK, pois, propícia reforço para o sistema imune  contra infecções virais. Além disso, por meio do IFN-α, pode-se obter uma resposta citotóxicas das células Nk aumentada.

A produção de IFN-α por células apresentadoras de antígenos (pDCs) quando estimulada por vírus aumentou acentuadamente a atividade citotóxica das células NK. A suplementação com probióticos é uma estratégia promissora para a prevenção da infecção viral e para o reforço do sistema imune. A saber, a suplementação contribui para o estímulo da função e modulação da resposta imune, incluindo aumento das defesas do organismo contra a invasão de patógenos e para o reforço da resposta imune.

(Eguchi et al., 2019; Al Kassaa, 2016; Kanauch et al., 2018; Abdelhamid et al., 2019)

Conteúdo & Fórmulas de Imunidade

Benefícios dos probióticos

  • Eleva a resposta imune e proliferação de células T reguladoras;
  • Reduz a expressão gênica de vírus;
  • Diminui gravidade dos sintomas devido à imunidade reduzida;
  • Reduz a resposta inflamatória e estimula resposta imune inata;
  • Modula células Natural Killer (NK);
  • Auxilia no desenvolvimento e na diferenciação de células B;
  • Menor liberação de citocinas pró-inflamatórias.
(Eguchi et al., 2019; Kanauch et al., 2018; Al Kassaa, 2016)

Indicações

  • Auxilia na diminuição da replicação viral;
  • Eleva a imunidade e diminui a duração dos sintomas;
  • Reduz infecção das vias aéreas do trato respiratório superior;
  • Menores sintomas graves de processos infecciosos causados por vírus;
  • Auxilia no tratamento de infecções respiratórias;
  • Pode aumentar a secreção de citocinas antivirais.
(Kanauch et al., 2018; Al Kassaa, 2016)

Zinco na imunomodulação

Dentre os minerais temos o zinco, uma molécula biologicamente essencial para diversos processos celulares importantes. No entanto, participa como constituinte estrutural de fatores de transcrição e dessa forma promove a transcrição gênica, modulação do sistema imune, bem como potente efeito antioxidante.

Em síntese a atividade antiviral do zinco é considerável quando administrado no início de um resfriado causado pelo rinovírus, uma vez que ele consegue reduzir a os mecanismos para a replicação viral e, consequentemente, reduz os sintomas do resfriado e consequentemente da inflamação, sendo assim, a suplementação com zinco pode ser uma alternativa viável para o reforço do sistema imune.

(Read et al., 2019; Hulisz, 2004)

Figura 2- Diversos estágios do ciclo de replicação viral são inibidas pelo zinco

zinco e replicação viral

Fonte: Read et al., 2019

Ação do zinco no organismo

Deficiências nos níveis de zinco parecem estão relacionadas ao comprometimento das funções de defesa do sistema imune e desse modo, gera atrofia tímica, linfopenia e reduzida função dos linfócitos. Estudos in vitro mostram atividade antiviral sobre coronavírus, febre aftosa, hepatite C, herpes zoster, vírus da imunodeficiência humana (HIV), rinovírus e vírus sincicial respiratório.

Estudos em humanos apontaram ação antiviral sobre herpes, rinovírus, resfriado comum (vírus sincicial), HIV e hepatite C. Assim sendo, a suplementação pode ser uma alternativa para o reforço do sistema imune

(Read et al., 2019; Hulisz, 2004; Hemilä et al., 2020)

Benefícios do zinco

Estimula atividade imunomoduladora;
• Eleva a resposta de células T;
• Melhora o desenvolvimento e amadurecimento de células T;
• Impacto positivo sobre a diminuição da replicação viral;
• Reduz sintomas de vírus da gripe, resfriados e infecções do trato respiratório superior.

(Read et al., 2019; Hulisz, 2004; Suara & Crowe, 2004)

Indicações

Tratar doenças causadas por vírus;
• Auxilia no tratamento de sintomas do trato respiratório superior;
• Coadjuvante para tratamento de gripes e resfriados;
• Estimular melhor resposta do sistema imune;
• Eleva a resposta imune.

(Read et al., 2019; Hulisz, 2004; Suara & Crowe, 2004)

Vitamina D na imunidade

Do mesmo modo que a  vitamina D participa do equilíbrio nos níveis de cálcio e homeostase do tecido ósseo, ela também consegue atuar na imunomodulação. As células de defesa, linfócitos B e T e células apresentadoras de antígenos (APCs), possuem receptores de vitamina D e estes estão localizadas no interior do tecido ósseo. Essas células possuem a capacidade de sintetizar o metabólito ativo da vitamina D e, assim, consegue atuar de maneira autócrina no organismo.

A vitamina D consegue atuar também na modulação da resposta imune, inata e adaptativa, promovendo reduzida liberação de citocinas pró-inflamatórias, sendo assim, parte dessa resposta é devida aos estímulos da imunidade pela da vitamina D por meio de modulação da resposta imune inata.

(Aranow, 2011; Telcian et al., 2017; Greiller & Martineau, 2015; Vanherwegen et al., 2017)

Suplementação com Vitamina D

A suplementação com vitamina D pode trazer reforço para o sistema imune e levar a estímulo de macrófagos, e estes conseguem reconhecer o lipopolissacarídeo (LPS), por meio de receptores toll like (TLR) e todavia ainda pode estimular o reconhecimento de patógenos por TLRs o que consequentemente, pode desencadear uma cascata de eventos, produzindo peptídeos com potente atividade antibacteriana, como catelocidina e beta-defensina 4. Esses peptídeos localizam-se dentro dos fagossomos e quando liberados gera uma perturbação nas membra-nas celulares bacterianas e possuem potente atividade contra patógenos.

(Aranow, 2011; Telcian et al., 2017; Greiller & Martineau, 2015; Vanherwegen et al., 2017)

Figura 3- Efeito da vit D ativa sobre a supressão da proliferação de células T e induz a ação de células T regs

viT D e imunidade

Fonte: (Aranow, 2011)

Suplementação com Vitamina D e seus efeitos na imunidade

Do mesmo modo a vitamina D com efeito pode atuar sobre monócitos e células dendríticas por meio de supressão de citocinas inflamatórias liberadas pelos monócitos e pela inibição da diferenciação e maturação das células dendríticas, melhorando a resposta imune frente a infecções das vias aéreas por vírus e dessa maneira reduz sintomas da infecção e ainda pode atuar na modulação da resposta inflamatória.

(Aranow, 2011; Telcian et al., 2017; Greiller & Martineau, 2015; Vanherwegen et al., 2017)

Figura 4- Efeito da vit D ativa sobre monócitos e células dendríticas e modulação da resposta inflamatória.

vit D e imunomodulação

Fonte: (Aranow, 2011)

Benefícios da vitamina D

Modulação da resposta imune inata e adaptativa;
• Efeito antibacteriano;
• Atividade antiviral;
• Reduz a produção de citocinas inflamatórias;
• Melhora as defesas do organismo frente as infecções;
• Desenvolve células de defesa (linfócitos B e T);
• Estimula genes e moléculas de defesa.

(Aranow, 2011; Telcian et al., 2017; Greiller & Martineau, 2015; Hewison, 2012)

Indicações

Melhora dos sintomas causados pelo rinovírus;
• Diminui a replicação viral;
• Reduz sintomas das infecções virais;
• Significativo efeito anti-inflamatório;
• Aumenta defesas contra infeções das vias respiratórias.

(Aranow, 2011; Telcian et al., 2017; Greiller & Martineau, 2015; Vanherwegen et al., 2017)

Tinturas vegetais

Tinturas são formas farmacêuticas oficinais que resultam da ação do álcool, normalmente por maceração ou lixiviação, sobre plantas medicinais e, mais raramente, insumos de origem animal e mineral. Nesse interim, para a obtenção das tinturas utiliza-se 20% da planta e soluções hidroalcóolicas como solventes aonde,  as concentrações usuais de água purificada e álcool são definidos de acordo com as especificações farmacopéicas de cada espécie. As tinturas podem ser administradas isoladas ou em associações, proporcionando efeito sinérgico.

A graduação alcoólica da tintura varia de acordo com a solubilidade dos princípios ativos extraídos normalmente entre 30º e 90º GL. A suplementação com o uso de tinturas também pode levar a imunomodulação  de acordo com as propriedades das espécies vegetais são utilizadas para estimular o sistema imune, auxiliando na terapêutica com a finalidade de prevenir ou tratar diferentes desordens do organismo. Normalmente, possuem aspecto límpido, porém um pequeno sedimento pode se formar por deposição e é aceitável desde que não haja modificação da composição.

(Santos et al., 2014; Brasil, 2011)

Tabela 1- Propriedades das espécies vegetais veiculadas em tinturas vegetais

Espécie vegetal

Propriedade

Referencia

Echinacea purpúrea (Equinacea) Atividade imunomoduladora, controle da secreção de TNF-α e interleucina-6 (IL-6), regula a ativação do sistema imune.

Prevenção de doenças das vias respiratórias.

Efeito anti-inflamatório e antiviral.

Ross, 2010

Ross, 2016

Barrett, 2003

Harpagophytum procumbens (Garra-do-Diabo) Agente anti-inflamatório, reduz a liberação de moléculas pró-inflamatórias Fiebich, 2011

Menghini, 2019

Mahomed & Ojewole, 2004

Uncaria tomentosa (Unha de gato) Atividade anti-inflamatória e imunoestimulante De Paula et al., 2015

Gurrola-Díaz et al., 2011

Curcuma longa (Curcuma) Propriedade anti-inflamatória, antimicrobiano e antioxidante. Reduz a produção de citocinas pró-infamatórias, modulando a resposta inflamatória. Jurenka, 2009

Kocaadam & Sanlier, 2015

Aggarwal et al., 2013

Aloe vera Inibe a cicloxigenase e consequentemente reduz a produção de prostaglandinas. Consegue atuar na modulação dos sistema imune. Surjushe et al., 2008

Gupta & Malhotra, 2012

Mikania glomerata (Guaco) Propriedade anti-inflamatória e antialérgica, reduz a liberação de moléculas pro-inflamatórias, reduz também o edema induzido por histamina e diminui o acúmulo de eosinófilos. Jones & Moss, 2010

Brito et al., 2007

Baccharis dracunculifolia (Própolis) Atividade anti-inflamatória. Lemos et al., 2007
Glicyrrhiza glabra (Alcaçuz) Antibacteriano, anti-inflamatório, antiviral, antioxidante, antitussígeno e expectorante. Pastorino et al., 2018

Benefícios das tinturas vegetais

Estímulo e fortalecimento do sistema imune;
• Propriedade anti-inflamatória;
• Agente antibacteriano e antisséptico;
• Propriedade imunomoduladora;
• Auxilia na manutenção da saúde das vias aéreas superiores.

(Di Pierro et al., 2017)

Indicações

Auxilia no tratamento das infecções do trato respiratório;
• Coadjuvante no tratamento de doenças alérgicas do trato respiratório;
• Auxilia no tratamento de gripes e resfriados.

(Jurenka, 2009; Kocaadam & Sanlier, 2015; Aggarwal et al., 2013)

Nutracêuticos

Nutracêuticos podem ser utilizados para reforço do sistema imune e para melhorar a resposta imune frente as infecções virais por meio da suplementação por diferentes propriedades.

Tabela 2- Sugestões de nutracêuticos e suas propriedades para auxiliar na imunidade

Substancia

Propriedades Dose usual em 24 horas

Referencia

Vitamina C Agente antioxidante, ativação de citocinas e prevenção de destruição de tecidos das vias respiratórias, por efeito anti-inflamatório. 10 a 500 mg PIRABBASI et al., 2016
N-acetilcisteína (NAC) Atividade antioxidante, estimula a produção de gluationa, auxilia na diluição de muco, reduz a infecção por influenza e desenvolvimento de bronquite. Modula mecanismos da inflamação brônquica. 200 a 600 mg PIRABBASI et al., 2016

Dekhuijzen & van Beurden, 2006

Santus et al., 2014

Espirulina Efeito imunomodulador do sistema imune, função anti-inflamatória e antioxidante, efeito antiviral com potente ação na redução da carga viral. 500 a 5000 mg Daoud & Soliman

Chen et al., 2016

Ngo-Matip et al., 2015

Betaglucana Estimula o sistema imune, consegue atuar na ativação da resposta imune. Modulação da resposta inflamatória, além de propriedade antioxidante. 250 mg Vetvicka et al., 2019

NAKASHIMA et al., 2018

Glucosamina Modulação da resposta inflamatória, modula a liberação de mediadores pro-inflamatórias. 200 a 3000 mg Shah et al., 2013

Shmage et al., 2019

Selênio Participa no início do estímulo da resposta imune. Influencia na resposta imune inata e adaptativa e modula a inflamação, potencial antioxidante e estímulo de enzimas antioxidantes. 20 a 200 mcg Huang et al., 2012

Khoso et al., 2018

Avery et al., 2018

Zinco Desenvolvimento de células natural killer (NK), induz a diferenciação e maturação de células T, potencial para atuar na atividade anti-inflamatório, alto potencial antioxidante e estímulo de enzimas antioxidantes, atividade antiviral e antibacteriano. 10 a 50 mg Bonaventura et al., 2015

Maares & Haase, 2016

Read et al., 2019

Ácido lipoíco Efeito antioxidante, capacidade imunomoduladora, estimula resposta imune inata e adaptativa. 10 a 600 mg Liu et al., 2019

Deiuliis et al., 2011

Engin et al., 2007

Resveratrol Capacidade antioxidante, regula a imunidade por interferir com o controle de células imunes. Modula a resposta inflamatória por suprimir a receptor toll like (TLR) e citocinas pró-inflamatórias. 5 a 200 mg Malaguarnera, 2019.

Švajger & Jeras, 2012

Oliveira et al., 2017

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