Quercetina phytosome®

Quercetina phytosome® possui biodisponibilidade superior ao extrato de Quercetina

Teamfast Phytosome®

A Quercetina phytosome® (3,5,7,3’,4’ -pentahidroxiflavona), padronizado 40% do polifenólico quercetina, pertencente ao grupo dos flavonoides, formulado com a exclusiva tecnologia Phytosome®. Entre as suas propriedades, estão:

Melhoramentos na molécula de quercetina permitiram uma maior biodisponibilidade no organismo, trazendo melhores resultados com a utilização de uma dose menor. Por meio de tecnologia, foi induzida a ligação da molécula de quercetina com lecitina de girassol, assim, houve uma melhora em seu perfil farmacocinético e farmacodinâmico. Isso permitiu significativos na sua solubilidade em água por meio de sistema de dispersão e, consequentemente, aumentou a biodisponibilidade, o que promoveu melhores resultados e uso de uma dose menor.

Os resultados apontaram para uma boa tolerância da quercetina no organismo e baixa incidência de efeitos colaterais

(Riva et al., 2019; Rich et al., 2017; Li et al., 2016)

Propriedade e uso da quercetina

A Quercetina phytosome® é a molécula do extrato vegetal de quercetina complexada a um fosfolipídeo, o que promoveu melhorias significativas na sua ação e biodisponibilidade. A quercetina propicia diversas ações no organismo, entre elas está a quelação de íons metálicos, eliminando radicais livres do organismo e promovendo seu efeito antioxidante devido a presença de flavonoides em sua estrutura.

Sua atuação na inflamação está ligada à modulação do sistema imune, por meio de inibição de enzimas envolvidas no processo inflamatório, como a ciclooxigenase (COX) e lipoxigenase (LOX). Inibe a lipolissacarídeos (LPS) e consegue  impedir a liberação de citocinas pró inflamatórias, triptase e histamina de mastócitos.

Devido a sua composição, a Quercetina phytosome® consegue agir na redução de peroxidação lipídica desenvolvida pelos eritrócitos no exercício físico, reduzindo a disposição para hemólise, sendo um protetor para o organismo durante a atividade física. A propriedade e uso da quercetina induz a sua ação benéfica no organismo, modulando respostas e benefícios em todo o organismo.

(Siqueira, 2013; Duranti et al., 2018)

Melhora da resposta do organismo frente a atividade física, aos processos inflamatórios, na imunidade e alto potencial antioxidante

A Quercetina phytosome® (3,5,7,3’,4’ -pentahidroxiflavona), padronizado 40% do polifenólico quercetina, pertencente ao grupo dos flavonoides, formulado com a exclusiva tecnologia phytosome®. A quercetina possui potente ação antioxidante, anti-inflamatório, ergogênico e antienvelhecimento, tendo ainda efeitos sobre tecido cardíaco e vascular. Melhoramentos na molécula permitiu uma maior biodisponibilidade da quercetina no organismo.

(Riva et al., 2019; Chondrogianni et al., 2010; Rich et al., 2017; Li et al., 2016)

Quercetina phytosome® foi induzida a uma melhor biodisponibilidade por meio de processo tecnológico, o que propiciou a ligação da quercetina à lecitina de girassol. Promoveu aumento significativo da solubilidade em água por meio de um sistema de dispersão, sendo ainda bem tolerada e com ausência de efeitos colaterais perceptíveis. No caso dos fitossomos, o extrato vegetal ou seus constituintes são ligados a fosfolipídios (fosfatidilcolina), gerando um complexo molecular compatível com lipídios.

(Riva et al., 2019; Bhattachacharya, 2009)

O complexo fito-fosfolipídeo (fitossomo) é semelhante a uma pequena célula. Eles possuem melhor perfil farmacocinético e farmacodinâmico do que os extratos vegetais devido a molécula está ligada a fosfolipídios. A tecnologia fitossomo tem sido usada para melhorar a biodisponibilidade de muitos extratos de plantas que possuem dificuldade na absorção e na biodisponibilidade.

(Bhattachacharya, 2009; Lu et al., 2019)

A Quercetina tem elevada capacidade de se ligar a diversas moléculas biológicas, hormônios, enzimas e DNA e ainda age na quelação de íons metálicos, levando a eliminação de elétrons e radicais livres do organismo. A elevada capacidade de doação de elétrons e o potencial antioxidante dos flavonoides está intimamente ligado a estrutura da molécula. A molécula da quercetina tem elevada ação anti radicais livres principalmente espécies reativas ao oxigênio de alta reatividade, superóxido e hidroxila.

(Siqueira, 2013)

A Quercetina phytosome® apresenta potente ação inflamatória e indutoras de moléculas envolvidas no sistema imune. Os antioxidantes são usualmente utilizados e está envolvida na redução e retirada de espécies reativas ao oxigênio, peroxidação lipídica, peróxidos de hidrogênio e superóxidos. A demanda pela elevação do consumo de oxigênio durante a prática de exercício físico exige a presença de um redutor de espécies reativas ao oxigênio.

(Siqueira, 2013; Duranti et al., 2018; Riva et al., 2018; Zheng et al., 2017)

De acordo com estudos conduzidos por Duranti e colaboradores (2018) com uso de quercetina antes e após a atividade física, foi percebida redução significativa na peroxidação lipídica desenvolvida pelos eritrócitos, reduzindo assim, a disposição intrínseca a hemólise induzida pelo processo oxidativo dos radicais livres. A ação antioxidante da quercetina se mostrou eficiente na redução da inflamação e do estresse oxidativo, principalmente quando induzidos por exercício extenuantes. O efeito protetor contra os estresse oxidativo permite entrega eficaz de oxigênio aos tecidos.

Li e colaboradores (2016) abordaram que a quercetina inibe a enzimas envolvidas no proccesso inflamatório ciclooxigenase (COX) e lipoxigenase (LOX). Inibe a lipolissacarídeos (LPS), bloqueia a liberação de citocinas pro inflamatórias, triptase e histamina de mastócitos. Foi apontado que a quercetina pode ainda gerar proteção as células endoteliais.

Mecanismo de ação

Segundo Bazzucchi e colaboradores (2019) estudos com animais apontaram a hipótese de que a quercetina age sobre o efeito ergogênico no desempenho aeróbico devido a sua capacidade de resistência, em maior extensão, entregando oxigênio via sistema cardiovascular e que a biogênese mitocondrial é facilitada pela quercetina.

A Quercetina estimula a liberação de Ca2+ do retículo sarcoplasmático, resultando em efeito inibitório sobre a ATPase de Ca 2+. Apresenta elevada ação agonista de um único canal de liberação de Ca 2+ aumentando a sensibilidade das miofibrilas ao Ca2+, podendo afetar o estímulo da força muscular. Sugere-se que a quercetina pode exercer efeito bloqueador nos receptores de adenosina, influenciando na captação de neurotransmissores e de moléculas que respondem a ação motora, exercendo ação protetora nas fibras musculares aos danos mediados pelo exercício físico.

(Bazzucchi et al., 2019)

As propriedades da quercetina na imunidade está relacionada a modulação das vias de sinalização por meio de supressão e indução de moléculas específicas. Indução de citocinas Th-1, IFN-γ, e inibição da citocina Th-2, IL-4 dentre outras ativações. Tendo ainda ação sobre diversos alvos moleculares o que desencadeia a regulação e bloqueio de vias envolvidas nos processos inflamatórios.(SIQUEIRA, 2013; LI et al., 2016)

Diferenciais

  • Aumento significativo na biodisponibilidade comparado ao extrato de quercetina;
  • Solubilidade melhorada;
  • Melhores resultados na terapêutica;
  • Melhor tolerância.

Indicação e benefícios

  • Reduz desconforto e fadiga durante a atividade física;
  • Propriedade neuroprotetora;
  • Previne a perda de força em exercícios extenuantes;
  • Melhorar desempenho e aptidão nos treinos;
  • Ação fotoprotetora;
  • Diminuição de moléculas indutoras de processos inflamatórios;
  • Propriedade cardioprotetora;
  • Protege contra danos induzidos pelo exercício as fibras musculares;
  • Potente redutor de radicais livres;
  • Estimula a ação do sistema imune;
  • Alto potencial antioxidante.
(Duranti et al., 2018; Bazzucchi et al., 2019; Riva et al., 2019; Li et al., 2016)

Contraindicação

  • Não deve ser utilizado em gestantes

Estudo

Estudo realizado com comprimido revestido contendo 500 mg de extrato de quercetina (Grupo A), um comprimido revestido contendo quercetina phytosome 250 mg (Grupo B), e dois comprimidos revestidos por película de Quercetina phytosome 500 mg (Grupo C). Indivíduos saudáveis na faixa etária de 18 a 50 anos, fez-se a coleta de amostras de sangue em 12 tempos diferentes, antes da dosagem (tempo 0), em 15, 30, 45 e 60 min, e aos 2, 3, 4, 6, 8, 12, e 24 h após a administração dos compostos.

Resultados

  • Quercetina phytosome nas dosagens de 250 e 500 mg os resultados apontam para uma maior concentração plasmática em menor tempo em comparação ao extrato de quercetina;
  • Solubilidade significativamente melhor na formulação de phytosome, o que leva a uma maior biodisponibilidade;
  • Quercetina phytosome 500 mg esteve concentração maior cerca de 20 vezes e 250 mg concentração 10 vezes maior em comparação ao extrato de quercetina 500 mg.

 

 

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Referências

    1. Riva, A., Ronchi, M., Petrangolini, G., Bosisio, S., & Allegrini, P. Improved Oral Absorption of Quercetin from Quercetin Phytosome®, a New Delivery System Based on Food Grade Lecithin. European journal of drug metabolism and pharmacokinetics, 44(2), 169–77, 2019.
    2. Riva, A., Vitale, J A., Belcaro, G., Hu, S., Feragalli, B., Vinciguerra, G., Cacchio M, bonannI, E., Giacomelli, L., Eggenhöffner, R., Togni, S. Quercetin phytosome® in triathlon athletes: a pilot registry study. Minerva Medica, 109(4): 285-9, 2018.
    3. Chondrogianni, N., Kapeta, S., Chinou, I., Vassilatou, K., Papassideri, I., & Gonos, E. S. Anti-ageing and rejuvenating effects of quercetin. Experimental Gerontology, 45(10), 763–71, 2010.
    4. Rich, G. T., Buchweitz, M., Winterbone, M. S., Kroon, P. A., & Wilde, P. J. Towards an Understanding of the Low Bioavailability of Quercetin: A Study of Its Interaction with Intestinal Lipids. Nutrients9(2), 111, 2017.
    5. Bazzucchi, I., Patrizio, F., Ceci, R., Duranti, G., Sgrò, P., Sabatini, S., … Felici, F. The Effects of Quercetin Supplementation on Eccentric Exercise-Induced Muscle Damage. Nutrients, 11(1), 205, 2019.
    6. Duranti, G., Ceci, R., Patrizio, F., Sgrò, P., Di Luigi, L., Sabatini, S., … Bazzucchi, I. Chronic consumption of quercetin reduces erythrocytes oxidative damage: Evaluation at resting and after eccentric exercise in humans. Nutrition Research, 50, 73–1, 2018.
    7. Siqueira, Williams Nascimento de. Estudo do efeito radioprotetor do flavonóide quercetina sobre linfócitos humanos- Recife, 2013.
    8. Li, Y., Yao, J., Han, C., Yang, J., Chaudhry, M. T., Wang, S., Yin, Y. Quercetin, Inflammation and Immunity. Nutrients, 8(3), 167, 2016.
    9. Zheng, Y., Deng, G., Liang, O., Chen, D., Guo, R., L, R. Antioxidant Activity of Quercetin and Its Glucosides from Propolis: A Theoretical Study. Scientific Reports 7, 7543, 2017.
    10. Bhattacharya, S. Phytosomes: The New Technology for Enhancement of Bioavailability of Botanicals and Nutraceuticals. International Journal of Health Research, 2(3), 225-32, 2009.
    11. Lu, M., Qiu, Q., Luo, X., Liu, X., Sun, J., Wang, C. Song, Y. Phyto-phospholipid complexes (phytosomes): A novel strategy to improve the bioavailability of active constituents. Asian Journal of Pharmaceutical Sciences, (2019).

 

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