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Insea

Coadjuvante no controle dos níveis glicêmicos, reduzindo a absorção de carboidratos

InSea2® é um nutracêutico composto por polifenóis, contidos em algas marrons (Ascophyllum nodosum e Fucus vesiculosus), possui capacidade para inibir a atividade da a-glucosidase e da a-amilase. Uma nova opção terapêutica coadjuvante no controle dos níveis glicêmicos, reduzindo a absorção de carboidratos e auxiliando no tratamento do diabetes e da obesidade.

O uso de InSea2® consegue ainda promover uma otimização da sensibilidade à insulina, melhorando o controle dos níveis glicêmicos, bem como otimização da secreção de insulina.

(Haskell-Ramsay et al., 2018; Gabbia et al., 2017; Derosa et al., 2019; Roy et al., 2011; Gabbia et al., 2018)

Propriedade diferenciada de InSea2®

A composição polifenólica com florotaninos, são quase exclusivos de algas marrons com atuação na inibição da a-glucosidase e da a-amilase, resultando inibição da absorção e consequentemente na redução dos níveis glicêmicos. InSea2® apresenta bons resultados sobre a redução da glicemia pós prandial.

O diabetes tipo II, faz parte de uma síndrome metabólica do sistema endócrino, é caracterizada pela incapacidade ou capacidade reduzida da insulina no controle dos níveis de glicemia. A insulina atua no transporte de glicose da corrente sanguínea para dentro das células, resultando na redução dos níveis glicêmicos.

(Gabbia et al., 2018; Derosa et al., 2019; Haskell-Ramsay et al., 2018; Roy et al., 2011)

De acordo com Gabbia e colaboradores (2018) é sugestivo o uso de InSea2® para controle da glicemia em pacientes com diabetes mellitus tipo II. InSea2® é uma opção nutracêutica complementar para redução da glicemia. A inibição da digestão de carboidratos por meio de supressão enzimática é uma estratégia significativa para a manutenção adequada dos níveis de glicêmicos, principalmente, pós prandial e ainda o auxilia no controle da secreção de insulina.

 

Mecanismo de ação para ação sobre índices glicêmicos

A inibição da α-amilase, também foi verificada após a administração de uma fração de clorotaninos, porém menor do que a observada após a fração enriquecida com compostos polifenólico, assim, sugere-se que os clorotaninos podem ser uma intervenção adequada para o controle glicêmico pós-prandial.

O InSea2® nas doses de 250 a 500 mg, melhorou os níveis glicêmicos. A ação se dá por meio de inibição das enzimas que degradam o carboidrato de modo não competitivo. InSea2® é uma alternativa natural para bloqueio da α-glucosidase em maior extensão que a acarbose, enquanto inibe a α-amilase em menor extensão.

(Haskell-Ramsay et al., 2018; Gabbia et al., 2018)

Composição presente em Ascophyllum nodosum e Fucus vesiculosus

Ascophyllum nodosum e Fucus vesiculosus contêm ácidos graxos poliinsaturados (PUFAs) em quantidade abundante (44 a 48%). Os PUFAs n-3 ácido eicosapentaenóico (EPA) e ácido docosahexaenóico (DHA) foram eficazes na redução da glicemia em pacientes afetados pela glicemia de jejum aumentada ou tolerância à glicose diminuída.

(Derosa et al., 2019; Gabbia et al., 2018)

Outra sugestão vantajosa ao uso de InSea2® é a prevenção e o retardamento para o desenvolvimento do tipo 2 diabetes mellitus. Em estudos comparando extratos ricos em compostos polifenólicos e ricos em clorotaninos de A. nodosum, os resultados apontaram uma inibição equivalente da α-glucosidase pelas duas substâncias (compostos polifenólicos e clorotaninos).

(Gabbia et al., 2018; Gabbia et al., 2017)

Evidencias dos efeitos de Ascophyllum nodosum e Fucus vesiculosus

Roy e colaboradores apontaram que Ascophyllum nodosum e Fucus vesiculosus conseguem modular os níveis de glicose e de insulina na corrente sanguínea, após uma refeição, pois atuam na supressão e no atraso da ação de enzimas que degradam carboidratos.

(Roy et al., 2011; Gabbia et al., 2017)

Um estudo randomizado, duplo cego, realizado com 175 pacientes com idade superior a 18 anos, portadores de diabetes tipo II, fizeram uso de InSea2® e picolinato de cromo (89 pacientes) ou placebo (86 pacientes) por um período de 6 meses. Os resultados apontaram que o uso de combinação polifenólica e picolinato de cromo, promoveu resultados positivos na terapia para controle do diabetes, podendo ser também útil na redução da hemoglobina glicada em pacientes com diabetes mellitus tipo 2.

(Derosa et al., 2019)

Indicação e benefícios

  • Inibe a absorção de carboidratos por bloqueio das enzimas α-amilase e α-gluconidase;
  • Reduz os níveis de glicose na corrente sanguínea;
  • Diminui a secreção de insulina;
  • Auxilia na redução do peso;
  • Otimiza a sensibilidade a insulina;
  • Auxilio no tratamento da hiperglicemia.
(Derosa et al., 2019; Haskell-Ramsay et al., 2018; Roy et al., 2011)

Diferenciais

  • 100% natural;
  • Solúvel em água:
  • Clinicamente testado;
  • Possui certificado GRAS, Ecocert, Non-GMO e Orgânico

Possíveis reações adversas

Não foram relatadas até o momento.

Dose usual

250 a 500 mg, 1 hora antes das refeições das principais refeições.

Estudos

Um estudo avaliou o efeito de InSea2® 500 mg sobre os níveis de glicemia e insulina pós prandial em homens e mulheres. Foram 23 pacientes de ambos os sexos com idade de 18 a 60 anos. Para as análises foram feitas coletas de sangue, 15 e 45 minutos antes da ingestão alimentar e depois de 30, 60, 90,120 150, 180 e 210 minutos da ingestão. As concentrações de glicose foram obtidas enzimaticamente e os níveis de insulina foram obtidos por imunoensaio.

(Paradis et al., 2011)

Resultados

  • O consumo InSea2® promoveu diferenças significativas na curva (AUC) dos níveis de glicose, por meio de inibição da atividade da a-amilase e da a-glucosidase;
  • Houve ainda modulação nos níveis de insulina após a ingestão de uma dieta rica em carboidrato;
  • Os resultados sobre a diminuição de glicose e insulina apontam para uma redução de 9 a 48% em seus níveis, comparado ao grupo placebo.
(Paradis et al., 2011)
Faça o download do arquivo no link abaixo e saiba mais sobre o assunto.

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Referências

Derosa, G., Pascuzzo, M. D., D’Angelo, A., & Maffioli, P. (2019). Ascophyllum Nodosum, Fucus Vesiculosus and chromium picolinate nutraceutical composition can help to treat type 2 diabetic patientsDiabetes, Metabolic Syndrome and Obesity: Targets and Therapy, Volume 12, 1861-65.

Gabbia D., Carrara, M., Martin, Sara de. (2018). The Brown Alga Ascophyllum Nodosum As A Nutraceutical Useful for the Control of Type II Diabetes. Curr Res Diabetes Obes J 8(4): CRDOJ, 555741.

Gabbia D., Dall’Acqua S., Di Gangi I.M., Bogialli S., Caputi V., Albertoni L., Marsilio I., Paccagnella N., Carrara M., Giron M.C., et al. The phytocomplex from fucus vesiculosus and ascophyllum nodosum controls postprandial plasma glucose levels: An in vitro and in vivo study in a mouse model of nash. Mar. Drugs. 2017;15:41.

Gabbia, D., Dall’Acqua, S., Di Gangi, I. M., Bogialli, S., Caputi, V., Albertoni, L., De Martin, S. (2017). The Phytocomplex from Fucus vesiculosus and Ascophyllum nodosum Controls Postprandial Plasma Glucose Levels: An In Vitro and In Vivo Study in a Mouse Model of NASH. Marine drugs, 15(2), 41.

Haskell-Ramsay, C. F., Jackson, P. A., Dodd, F. L., Forster, J. S., Bérubé, J., Levinton, C., & Kennedy, D. O. (2018). Acute Post-Prandial Cognitive Effects of Brown Seaweed Extract in Humans. Nutrients, 10(1), 85.

Martin, S de., Gabbia, D., Carrara, M., Ferri, N. (2018).The Brown Algae Fucus vesiculosus and Ascophyllum nodosum Reduce Metabolic Syndrome Risk Factors: a Clinical Study. Natural Product Communications. 13(12), 1691-94.

Pantidos, N., Boath, A., Lund, V., Conner, S., & McDougall, G. J. (2014). Phenolic-rich extracts from the edible seaweed, ascophyllum nodosum, inhibit α-amylase and α-glucosidase: Potential anti-hyperglycemic effects. Journal of Functional Foods, 10, 201-09.

Paradis, M.-E., Couture, P., & Lamarche, B. (2011). A randomised crossover placebo-controlled trial investigating the effect of brown seaweed (Ascophyllum nodosum and Fucus vesiculosus) on postchallenge plasma glucose and insulin levels in men and women. Applied Physiology, Nutrition, and Metabolism, 36(6), 913-19.

Roy, M.-C., Anguenot, R., Fillion, C., Beaulieu, M., Bérubé, J., & Richard, D. (2011). Effect of a commercially-available algal phlorotannins extract on digestive enzymes and carbohydrate absorption in vivo. Food Research International, 44(9), 3026-29.

Shubina, T. V., Desrat, W., Moret, M., Tiberj, A., Briot, O., Davydov, V. Y., Gil, B. (2019). InSe as a case between 3D and 2D layered crystals for excitons. Nature communications, 10(1), 3479.

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