dor e inflamação

O tratamento da dor e da inflamação, pode ser considerável para alívio de sintomas em pacientes portadores de doenças crônica.

Tratamento da dor aguda

A dor aguda é aquela que tem duração de curto período ou mesmo o seu aparecimento é sem explicação, podendo estar ou não associado também a inflamação.

Em alguns casos a dor aguda encontra-se ligada a um processo pós cirúrgico e isso é normalmente, muito comum e afeta de 41 a 69% dos pacientes. Além disso, alguns procedimentos também podem desencadear dor alcançando de 20 a 50% dos pacientes.

Primordialmente, a dor pós operatória pode durar até 2 meses, todavia mudanças nas reações podem acontecer conforme a extensão da resposta inflamatória e também pela resposta estimulada por receptores da dor.

(NASE, 2019; Tawfic et al., 2017)

Dor crônica e inflamação

Por definição a dor crônica é caracterizada quando se estende por 3 meses ou mesmo período maior que este. Porém, há interferentes entre a classificação de dor aguda e crônica. A causalidade da dor crônica pode estar relacionada a desordens do organismo ou doenças desconhecidas como também a sensibilidade física e mental para a dor.

E em alguns casos pode correlacionar-se uso de alguns medicamentos, dor neuropática bem como causas desconhecidas.

(NASE, 2019; Tawfic et al., 2017)

Como atua o trometamol cetorolaco sobre a dor e inflamação?

De acordo com suas características ele possui uma potente ação analgésica, pois reduz a dor aguda de intensidade moderada a severa. E desse modo torna-se útil na terapêutica para tratamento da dor e inflamação, promovendo alívio rápido dos sintomas. Trometamol cetorolaco é um anti-inflamatório não hormonal, que pode ser utilizado por diferentes especialidades médicas.

(Plapler et al., 1998; Yang et al., 2016; Martins et al., 2019)

Indicação de trometamol cetorolaco

É indicado antes ou após procedimentos médicos ou cirúrgicos, uma vez que possui capacidade de reduzir a dor e promover uma recuperação mais confortável.

(Plapler et al., 1998; Yang et al., 2016; Martins et al., 2019)

Benefícios de trometamol cetorolaco

  • Controle da dor aguda de intensidade moderada a severa;
  • Pode auxiliar no tratamento da migrânea;
  • Potente efeito analgésico com ausência de efeitos sobre o sistema nervoso central (SNC);
  • Efetivo no pós operatório, reduz a incidência de dor após cirurgia geral e pequenas cirurgias;
  • Analgesia em cólica renal e biliar;
  • Alívio de dores lombares.
(Plapler et al., 1998; Yang et al., 2016; Martins et al., 2019)

Opções terapêuticas para controle da dor e inflamação

Move®   É um fitoquímico que exibe propriedade anti-inflamatória natural, se diferencia pela sua composição enriquecida com 20% de AKBA (Acetyl-11-keto-β-boswellic acid) e óleos não voláteis de Boswellia serrata.

Tem sua extração através de um processo patenteado e especial, que acima de tudo o torna comprovadamente mais biodisponível e consequentemente mais eficaz que outros extratos simples (extrato seco) contendo AKBA.

(Vishal et al., 2011)

Qual mecanismo de ação do Move® na inflamação

Com efeito consegue inibir 5-lipoxigenase, enzima envolvida diretamente na síntese de mediadores inflamatórios.

Da mesma forma consegue bloquear a expressão do fator de necrose tumoral alfa (TNF-α), citocina pró-inflamatória comumente presente e estimulada em processos inflamatórios.

(Vishal et al., 2011)

Benefícios do Move® contra inflamação e osteoartrite

Primordialmente, o TNF-α está presente na osteoartrite (OA) e sua atividade também relaciona-se a ativação de linfócitos, estimula da liberação de enzimas proteolíticas pelos macrófagos bem como a produção de outras citocinas inflamatórias como as interleucinas (IL-6 e IL-13).

Tendo em vista os possíveis benefícios do Move® como também consegue atuar por diferentes vias, seu uso pode ser uma excelente alternativa na melhora do quadro da OA.

(Vishal et al., 2011)

UC II- Aumenta resistência e flexibilidade das articulações

Em síntese as propriedades do colágeno UC II se resume a ser apenas a principal proteína relacionada à cartilagem, responsável pela resistência, tração e firmeza das articulações. Em segundo lugar, o UC II evita o processo inflamatório das articulações através da prevenção da quebra do colágeno das cartilagens.

Redução da degradação de colágeno com UC II

Visto que a interação da molécula de UC II com o sistema imune, sua ação no organismo permite desativação de linfócitos T.  O uso de suplementação de colágeno pode reduzir a expressão de enzimas como, colagenase, responsáveis pela quebra do colágeno.

Todavia, uma vez que o colágeno não é degradado, não haverá destruição da cartilagem  e desse modo impede reações como inflamação e em casos extremos de dor.

(Lugo et al., 2016; Grupta et al., 2009a; Grupta et al., 2009b)

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Referências

Na escrita do post fizemos o uso de algumas referências de literaturas que se encontram neste link  Referências post.

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